quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Regras de trânsito.

   Quantas e quantas vezes nos queixamos do trânsito? Acredito que não importa onde, todos têm um pouquinho para reclamar quando se trata de trânsito, dirigir, seja em grandes ou pequenas cidades, e o pior é que sempre pensamos o quanto o outro está errado, mas nem sempre é bem assim.
   Mais uma vez, com o passar do tempo fui aprendendo muitas coisas sobre esta nova cultura e confesso que muitas coisas me encantaram e outras me deixaram com um pouco de medo, ou talvez a palavra seja receio. Notei o quanto o trânsito é levado a sério e também as suas regras. Muitas coisas me intrigaram e surpreenderam, como por exemplo, em alguns semáforos é permitido virará a direita mesmo quando vermelho, os sinais de pare são extremamente respeitados, o limite de velocidade nas rodovias ainda mais, mesmo sendo um valor relativamente baixo, 55 milhas por volta de 90 km/h, considerando a potência dos veículos...
   Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi o fato de que, quando se leva uma multa, não é apenas a multa e os pontos na carteira, mas também existe uma corte, seria um julgamento com juiz e tudo. Quer dizer, além de todo o transtorno que uma multa pode te causar, você ainda é obrigado a se apresentar a um juiz e explicar o motivo de ter causado tal infração. 
   Quanto a se apresentar a um juiz, existem dois lados, o bom e o Ruim. O lado ruim é ter de passar por mais esta situação, comparecer a um "julgamento" onde você pode sair culpado ou inocente e o lado bom é que existe a chance de se explicar e questionar tal multa, e em minha opinião esse aspecto é interessantíssimo. 
   Outro ponto interessante referente às multas, é que se alguém toma uma multa e consequentemente você adquire pontos na sua habilitação, o seguro do seu veículo vai aumentar e dependendo da gravidade de sua infração, o aumento pode ser um tanto quanto violento. Acho  muito interessante esse ponto, pois a grande maioria das pessoas evitam ocorrência de multas, para então não ter que colocar a mão no bolso e prender da forma que mais dói, gastando dinheiro.

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