sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Coisas de primeiro mundo.

   A experiência de ser mãe, acredito ser o feito mais importante e marcante na vida de uma mulher, e posso agradecer a Deus, pelo fato de ter tido o privilégio de passar por este momento em um país de primeiro mundo. 
   Quando cheguei ao hospital estava muito assustada, era meu primeiro filho, em um país estranho, de idioma estranho, no momento mais importante de minha vida e sem saber se seria capaz de passar por toda essa experiência sem falar o idioma é longe de minha mãe. Pode parecer infantil, mas a grande maioria das mulheres gostariam de ter a mãe por perto em um momento como esse, e eu não sou nem um pouco diferente de todas elas, mas não foi assim que aconteceu e Deus sabe o motivo de todas as coisas.
   Minha grande preocupação, era não saber como cuidar do bebê nos primeiros dias, tinha pavor em pensar em cuidar do umbigo do bebê sozinha, e ainda tinha mais a questão da amamentação, aquelas que já passaram por esta experiência devem saber de que estou falando. Posso dizer que minha gestação, foi o período em que mais aprendi neste país e a seguir vou listar as coisas que mais me surpreenderam.

  • Durante a gestação, pude notar quão educados, gentis e prestativos as pessoas são com as grávidas.
  • Uma gestante tem cuidados preferenciais, não importa onde. (Não existe a necessidade de placas, assentos de outra cor, ou filas especiais para o bom senso falar mais alto).
  • A saúde da mãe e do bebê são assuntos de primeira importância.
  • Durante a gestação e depois do parto, o seguro de saúde oferece um acompanhamento mental a mãe, para prevenir e eventualmente tratar uma possível depressas pós parto.
  • Se a mãe julgar necessário, pode pedir até três visitas de uma enfermeira em sua casa, para auxiliar com cuidados com o bebê ou para si mesma.
  • Ainda no hospital, eles checam se os pais que vão sair do mesmo de carro, possuem o bebê conforto no veículo, sem o mesmo, não autorizam a saída da criança.
  • Enquanto o bebê está no hospital, não é necessário levar nada, absolutamente nada para a criança, o hospital providência tudo.
  • Quando a mãe e criança têm alta médica, uma enfermeira se encarrega de levá-los até a porta do hospital, em uma cadeira de rodas, evitando assim qualquer tipo de acidente ou possível sequestro de crianças ainda no hospital.
  • Em duas ocasiões que estive no hospital, recebi em minha casa, uma pesquisa de qualidade quanto ao atendimento recebido, avaliando desde o segurança ao médico, do tempo de espera, qualidade do atendimento, limpeza e forma que meu problema foi solucionado.
   São tantas as coisas que me surpreenderam neste lugar e ainda surpreendem, claro que nem todas para o bem, mas digo que até aqui a média foi positiva, principalmente no quesito saúde e educação, mas a matéria sobre educação vai ficar para um próximo post.


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