quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Descobertas do pré-natal

   A cada consulta de pré-natal, ficava mais e mais encantada, era meu primeiro bebê então tudo era novidade. Amava ir as consultas para poder ver e ouvir meu bebezinho, ele ainda era muito pequeno, mas o amor que sentia já não cabia mais em mim. Logo na primeira consulta, meu médico me receitou duas vitaminas, um polivitamínico  para mim e uma vitamina com DHA para auxiliar na formação da coluna, olhos e cérebro do bebê.
   Quando completei dezesseis semanas de gestação, meu obstetra me deu um encaminhamento para um  exame um pouco mais específico, era um ultrassom mais detalhado e que deveria fazer em uma clínica especializada. Fiquei admirada em ver o tipo de atendimento oferecido e todo o cuidado, durante o exame, a médica me explicou que se tratava de um procedimento para saber sobre a formação do bebê, se tudo estava bem, se existia algum problema de má formação ou a possibilidade de alguma doença genética. Não sei se todos sabem, mas aqui nos EUA, quando detectado algumas doenças ou problemas de formação do feto, a lei permite às mães escolherem se querem levar a gestação a diante.
   Graças ao bom Deus, todos os exames estavam ok, sem nenhum tipo de problema. O mesmo exame foi repetido por volta de vinte e oito semanas, mas desta vez, para checar se todos os órgãos haviam se desenvolvido como o esperado, e mais uma vez, graças ao criador, tudo estava na mais perfeita ordem. A cada três meses, no próprio consultório, eu fazia exame de sangue, e a cada consulta, depois do sexto mês, exame de urina, para ter certeza de que a infecção de urina ficaria bem longe mim.
   Durante todo o tempo, em momento algum, o médico me induziu a fazer cesariana ou parto normal, está é uma escolha pessoal e que somente a gestante pode fazer. Por volta do quinto mês já tinha decidido tentar o parto normal, queria muito que meu filho nascesse no dia em que ele estivesse pronto, quando a natureza escolhesse, e também por não saber se seria possível ter minha mãe comigo para me acompanhar no parto e na recuperação, então acreditava que o parto natural, seria a melhor escolha para mim. Meu médico me apoiou em todos os momentos, mesmo depois vindo a saber, que ele é super a favor da cesárea.
(continua)

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